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Please visit the COVID-19 response page for resources and advice on managing through the crisis today and beyond.

Brazil

 

À medida que o mundo reabre seus negócios com cautela, as empresas ainda enfrentam alguns desafios. Elas devem projetar e operar ambientes seguros e saudáveis para seus colaboradores, clientes, parceiros, entre outros – qualquer pessoa que entre em uma loja, prédio, fábrica ou outra estrutura deve não apenas estar segura, mas também se sentir segura.

Esse último fator é extremamente importante; independentemente dos pronunciamentos de líderes políticos, estados ou nações, as atividades econômicas não poderão se recuperar significativamente até que os colaboradores e clientes confiem que podem entrar em uma determinada instalação sem se expor ao contágio direto do vírus da COVID-19.

Nós não acreditamos que as experiências nos edifícios voltem ao “normal” nos próximos meses. Pode ser que o distanciamento social ocorra até 2022. Além disso, nos comunicamos com clientes de vários setores, e eles compartilham da mesma filosofia: temos que proteger nossos colaboradores e a comunidade, minimizando os riscos à saúde.

Usando a IoT para proteger o local de trabalho e os espaços públicos

Em um futuro próximo, as práticas de saúde serão essenciais em nossas rotinas diárias, tanto em nossas vidas pessoais quanto profissionais. Essas práticas serão componentes cruciais no combate não apenas a COVID-19, mas também a outros potenciais surtos infecciosos. As empresas estão planejando estratégias de prevenção que serão colocadas em prática através de soluções tecnológicas que têm o potencial de transformar o caos em um acelerador. No futuro, as empresas irão exigir informações em tempo real sobre quem entra e ocupa suas instalações. Além disso, as empresas devem assegurar que essa coleta de dados ocorra sem o comprometimento da privacidade.

Esse tipo de solução não apenas fornece as informações necessárias para minimizar o potencial risco à saúde em instalações. Ela também resolve a incerteza ou a ansiedade que as pessoas estão sofrendo ao se questionarem se um ambiente está sendo monitorado e gerenciado de acordo com as práticas recomendadas de saúde e segurança.

Aqui estão alguns desafios enfrentados pelas empresas, bem como as tecnologias que podem auxiliar as empresas a enfrentá-los:

  • Rastreamento de Distância Física. Em instalações que variam de lojas de varejo à edifícios corporativos e áreas de recreação, a distância social entre indivíduos e a densidade de ocupação geral continuarão a ser monitoradas. As câmeras – incluindo as milhõesjá existentes – terão um papel fundamental, juntamente com a análise do fluxo de dados. As soluções gerarão relatórios e insights, com o objetivo de manter a eficácia do distanciamento físico nas instalações, além de identificar possíveis desvios e suas causas. As soluções de densidade de ocupação podem ser aplicadas em espaços abertos, tornando possível a monitoração da eficácia do distanciamento físico (e sua imposição!) e mitigar multidões por meio de alertas automáticos e outras medidas.
  • Rastreamento de temperatura. Com a febre sendo um sintoma comum da COVID-19, as instalações estão dando ênfase na medição da temperatura corporal. Embora a Nemaura, a Verily (startup de saúde da Google) e outras empresas tenham desenvolvido sistemas de temperatura capazes de transmitir dados, acreditamos que muitas organizações optarão por colocar a tecnologia de medição nas entradas de suas instalações com o objetivo de detectar pessoas que representem riscos a saúde dos demais. Sensores de pegada detectariam pessoas se aproximando; os scanners térmicos então enviariam uma imagem para sua equipe de segurança, que analisaria os riscos e talvez os escoltaria a um estande de teste de COVID-19 para avaliação posterior. A solução de rastreamento de densidade de pessoas é escalável graças ao 5G, e poderia ser usada em diversas áreas. Como um benefício adicional, os dados coletados podem ser compartilhados com as instalações médicas para identificar possíveis pontos de alerta.
  • Monitorando a higienização das mãos. As placas coladas nas paredes dos banheiros com a mensagem “Os colaboradores devem lavar as mãos” não servem mais. Nós prevemos um sistema de sensores e wearables que registram quando o colaborador entra no banheiro; o lembra de lavar as mãos; garante que o sabão tenha sido usado e que a higienização das mãos tenha ocorrido de acordo com as recomendações; e com a higienização concluída, ele emitirá um código. Esse código deverá ser apresentado a equipe de facilities antes que o colaborador retorne ao trabalho.
  • Rastreamento da qualidade do ar interno. Uma série de sensores e atuadores, juntamente com um painel monitorado pelo pessoal de facilities, irá obter insights sobre a qualidade do ar em tempo real, reduzindo a necessidade de intervenção manual na manutenção da ventilação e mantendo a qualidade do ar. Os alarmes podem ser configurados para alertar a equipe de facilities quando o metano, produtos químicos voláteis, poeiras e partículas finas, fumaça e umidade atingem níveis inadequados. Além disso, essa solução também emitiria lembretes aos técnicos quando os filtros precisarem ser substituídos e a antecipação da necessidade de manutenção e até possíveis falhas de componentes.
  • Rastreamento de higienização dos banheiros. As soluções nessas áreas rastreariam e reportariam inúmeras variáveis em áreas críticas, como a dos banheiros. O rastreamento em tempo real da umidade e da temperatura alertaria a equipe de facilities sobre desvios e não conformidades, automatizaria os processos de desumidificação e ventilação, além de garantir que os banheiros estejam secos e seguros para uso. As taxas de ocupação e itens presentes no banheiro, como sabão e papel higiênico também seriam monitorados em tempo real.

Próximos passos e os primeiros passos.

Enquanto nos preparamos para reabrir nossos negócios, precisamos adaptar os ambientes para que as pessoas se sintam à vontade para entrar em bancos, lojas, parques, teatros, restaurantes, entre outros. Chegou a hora dos líderes de negócios se tornarem proativos aplicando a instrumentação, análise e engenharia de software para tornar os espaços inteligentes, mais baratos de se gerenciar, mais confortáveis e seguros para todos nós.

Com o mundo buscando voltar ao “normal” o mais rápido possível, as empresas estão buscando soluções. A figura interativa abaixo mostra como criar um cronograma agressivo e viável, e que está sujeito à disponibilidade de hardware.

O que agora é comumente chamado de “novo normal” ainda pode não parecer normal. Porém, em um mundo pós COVID-19, as empresas precisarão tomar medidas para tranquilizar seus colaboradores e clientes. Nós acreditamos que as organizações que fizerem esses investimentos colherão bons resultados nos próximos anos.

Para saber mais, visite a nossa página da Cognizant de IoT e Engenharia ou entre em contato conosco.

 

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